Se você recebe até R$ 5.000 por mês, a partir de 2026 o seu desconto de Imposto de Renda será zero. Isso significa que, dentro dessa faixa de renda, não haverá cobrança de Imposto de Renda, conforme a ampliação da faixa de isenção anunciada pelo Governo Federal.
Até então, a isenção do Imposto de Renda alcançava apenas quem ganhava até R$ 2.259,20, o que fazia com que milhões de trabalhadores tivessem o imposto descontado diretamente no contracheque. Com a nova regra em vigor, esse cenário muda de forma objetiva: quem ganha até R$ 5.000 por mês deixa de pagar Imposto de Renda.
O que muda, na prática, com a nova isenção do IR?
A mudança é direta. A partir de 2026, trabalhadores com renda mensal de até R$ 5.000 passam a estar 100% isentos do Imposto de Renda. Na prática, isso representa mais dinheiro disponível todo mês, sem necessidade de qualquer solicitação ou ajuste por parte do trabalhador.
Para quem recebe entre R$ 5.000 e R$ 7.000, o imposto não deixa de existir, mas passa a ser reduzido de forma progressiva, com descontos parciais que diminuem o valor pago anteriormente. A tabela progressiva do IR permanece a mesma; a diferença está na dedução aplicada após o cálculo, que reduz o imposto devido.
Simulação prática: quanto você pagava antes e quanto paga em 2026
Para entender melhor o impacto dessa mudança, vale observar um exemplo simples e comum na realidade do trabalhador.
O impacto real no bolso do trabalhador
A ampliação da isenção não é apenas uma mudança técnica. Ela gera economia real ao longo do ano, aumenta a renda líquida e melhora a capacidade de organização financeira do trabalhador.
Dependendo da faixa salarial, a economia anual pode representar milhares de reais, sem qualquer alteração no salário bruto.
E quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.000?
Para essa faixa de renda, o Imposto de Renda será reduzido gradualmente. Quanto mais próxima a renda estiver dos R$ 5.000, maior será o desconto aplicado. À medida que o valor se aproxima dos R$ 7.000, o benefício diminui até deixar de existir.
Ainda assim, quem se enquadra nessa faixa pagará menos imposto do que pagava anteriormente, sem aumento de carga tributária.
Sou CLT e ganho bem. Vou pagar mais imposto?
Não. Quem possui vínculo CLT já tem o Imposto de Renda retido na fonte, e a nova regra não aumenta a tributação sobre salários.
O mesmo vale para quem realiza trabalhos extras ou recebe valores por Pix. A alteração não cria nova cobrança sobre rendimentos do trabalho; ela atua apenas na ampliação da isenção e na redução do imposto devido, conforme a faixa de renda.
Conclusão
A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda representa um avanço relevante para quem ganha até R$ 5.000 por mês, garantindo isenção total e aumento direto da renda líquida. Para quem recebe até R$ 7.000, o imposto será reduzido, aliviando o orçamento mensal.
Entender essas mudanças é essencial para planejar melhor as finanças e evitar dúvidas no momento da declaração.
Na Recta Contabilidade, acompanhamos de forma contínua as atualizações da legislação tributária, oferecendo orientação técnica e estratégica para que você esteja sempre em conformidade com o Imposto de Renda.
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